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A McLaren entregou a primeira das 375 unidades que produzirá do P1, o superdesportivo híbrido. O primeiro McLaren P1 é amarelo Volcano e saiu da linha de produção no final de Setembro. Concebido para ser, segundo a marca, o melhor carro em pista e na estrada, o P1 tem um motor 3.8 V8 que, conjuntamente com o motor elétrico, debita 916 cavalos de potência.

O modelo é construído à mão por 82 técnicos no Centro de Produção McLaren, em Woking, Inglaterra. Atualmente, a produção de um P1 está a demorar 17 dias mas o construtor espera chegar ao ritmo de uma unidade diária para terminar a produção e entregas no próximo ano. Com a entrega da primeira unidade, a McLaren confirmou mais alguns detalhes deste exclusivo modelo. É ler e chorar por mais!

ACELERAÇÃO

0-100 km/h: 2,8 seg.

0-200 km/h: 6,8 seg.

0-300 km/h: 16,5 seg.

0-400 metros: 9,8 seg. a 245 km/h

Vel. máx.: 350 km/h limitados eletronicamente

TRAVAGEM

100-0 km/h: 30.2 metros (2,9 seg.)

200-0 km/h: 116 metros (4,5 seg.)

300-0 km/h: 246 metros (6,2 seg.)

CONSUMOS e EMISSÕES

8,3 l/100 km; 194 g CO2/km

Os motores

Em relação ao motor a gasolina, a McLaren desenvolveu uma nova versão do já familiar M838T focando-se na otimização da refrigeração e na durabilidade sob cargas mais elevadas. O motor tem ainda uma fundição específica para incorporar o modelo elétrico. Em termos de performance tem 737cv às 7500rpm e 720Nm às 4000rpm. De forma a otimizar a eficiência do motor foram realizados vários testes e desenvolvimentos em termos de lubrificação e líquidos hidráulicos.

Já o motor elétrico foi desenvolvido pela McLaren Electronics e produz 179cv e é exclusivo para o McLaren P1. Graças aos 260Nm de binário imediato, a resposta de aceleração do novo supercarro é melhorada. A McLaren desenvolveu, ainda, um sistema de “boost” IPAS que coloca a potência ao dispor do carro imediatamente.

O motor elétrico foi montado diretamente no motor de combustão com a potência a ser direcionada pela transmissão de dupla embraiagem de sete velocidades para as rodas traseiras.

Outra das vantagens da presença de um motor elétrico é a subida de mudança mais rápida que é conseguida através da aplicação de binário negativo na altura da mudança de velocidade. Isto faz com que as rotações do motor desçam o mais rápida e eficientemente possível para a velocidade do motor necessária, para se fazer a mudança. O motor elétrico conta ainda com um sistema de regeneração de energia no momento da travagem.

A bateria do McLaren pesa 96kg e foi concebida para aumentar a densidade de potência. Devido à grande quantidade de potência distribuída, a marca britânica criou um complexo sistema de refrigeração de forma a garantir a performance e a fiabilidade da bateria. Para além do carregamento através do motor de combustão, o P1 conta ainda com uma tomada que permite carregar a bateria em apenas duas horas.

O McLaren P1 poderá ser conduzido apenas com o motor de combustão, em modo híbrido com a combinação dos dois motores e além disso terá ainda um modo puramente elétrico, o E-mode. Nesta última opção, o P1 não produz quaisquer emissões e pode ser conduzido ao longo de 10km. Quando a bateria tiver esgotada o motor de combustão é ligado automaticamente.

IPAS e DRS

A potência do McLaren P1 pode ser otimizada e reforçada graças aos dois botões que estão montados no volante e que ativam o DRS (Drag Reduction System) e o IPAS (Instant Power Assist System).

Quando o condutor ativa o DRS do P1 a asa traseira reduz o seu ângulo de forma a reduzir a resistência aerodinâmica em 23%. O sistema é desativado automaticamente assim que o condutor deixe de premir o botão ou trave.

Já o IPAS, como já foi explicado anteriormente, permite que a potência do motor elétrico esteja imediatamente disponível.

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