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Coupé já está à venda a partir dos 93 850€.

De uma vez só, a Mercedes renova o Classe M dando-lhe a designação GLE, ganha um super SUV coupé para fazer sombra ao rival BMW X6 e ainda reforça tudo isto com versões AMG de alta performance. 2015 é o ano dos SUV para a casa da estrela. Disso já não restam dúvidas.

O Coupé é totalmente novo, embora baseado no GLE. Este último é uma remodelação do Classe M e passa a estar agregado à Classe E, tal como a última letra da designação agora indica. Exatamente como acontece com o GLC, que substitui o GLK e passa a fazer parte da Classe C.

A versão coupé do novo GLE já está disponível no nosso mercado com preços que começam nos 93 850 euros da versão V6 a gasolina GLE 400 4Matic Coupé, com 333 CV de potência. Será, no entanto, a versão 350 d (258 CV) por 97 350 euros que preencherá decerto a maior parte das encomendas.

Ficam também desde já disponíveis as versões AMG, com o 450 de 367 CV a custar 104 550 euros e o 63 (V8 de 557 CV) a começar nos 171 350 euros. No topo da gama figura o AMG GLE 63 S, por 182 mil euros e a debitar 585 CV de potência, ou seja, o mesmo rendimento que encontramos no Classe E AMG.

Nesta versão Coupé do Mercedes GLE é o estilo que marca a diferença mais óbvia, mas a postura em estrada também difere do GLE de configuração mais tradicional. Há na mesma cinco portas, mas a dinâmica é mais apurada em curva, graças à suspensão pneumática Airmatic, associada às barras estabilizadoras ativas.

Toda a gama está equipada com o sistema de tração integral permanente 4Matic, que aqui surge pela primeira vez associado à caixa automática de 9 velocidades 9G-Tronic.

Independentemente do programa de condução que possamos selecionar no Dynamic Select de série, o GLE Coupé proporciona sempre elevadíssimos níveis de conforto de condução e uma compostura dinâmica de extrema eficácia para um veículo de tão grandes dimensões e de tão elevado peso. O GLE Coupé 350 d pesa nada menos que 2260 quilos em vazio e mede 4,9m de comprimento (mais 9 cm que o GLE) por dois metros de largura e 1,73 m de altura (menos 11 cm que o GLE).

Apesar da enorme massa envolvida, o Mercedes GLE Coupé 350 d anuncia uma média de consumo de 6,9 a 7,2 litros aos cem e uma aceleração de sete segundos dos zero aos 100 km/h.

Sem quaisquer problemas de espaço habitável, graças ao rebaixamento dos bancos traseiros para compensar o tejadilho descendente, e uma boa bagageira com 650 litros de volumetria mínima (mais 10 litros que o BMW X6), o GLE Coupé proporciona viagens em família com os níveis de bem-estar habituais na Mercedes.

Apontado para setembro está o GLE, que surge agora com uma nova frente e uma traseira também renovada. A gama de motores traduz, no global, uma redução de 17 por cento na média de consumo e emissões de CO2 face ao modelo anterior.

O maior contributo para esta redução de consumos surge do modelo de acesso à gama, o GLE 250 d, equipado com o motor turbodiesel de 4 cilindros e 2.2 litros (204 CV e 480 Nm às 1600 rpm) que, na sua versão de tração apenas traseira consegue anunciar médias de 5,4 litros aos cem.

Em estrada, ao volante de uma versão 250 d equipada com o sistema de tração integral 4Matic verificámos este mesmo valor, conduzindo em condições de extrema suavidade e moderação, com a média a subir para os 7,5 litros aos cem com condução normal.

O GLE não-coupé também beneficia dos servições do motor turbodiesel V6 de 258 CV na sua versão 350 d e ainda dos gasolina GLE 400 (V6 de 333 CV) e GLE 500 (V8 de 435 CV). Mais tarde virão os AMG.

A grande novidade está na nova versão híbrida Plug-in com a designação GLE 500 e, que associa o motor V6 do GLE 400 (333 CV) a um motor elétrico colocado entre o motor e a caixa de velocidades, neste caso a 7G-Tronic. No total anuncia uma potência de 442 CV e uma média de consumo de apenas 3,3 litros aos cem nos primeiros cem quilómetros, 30 dos quais é suposto poderem ser feitos no modo totalmente elétrico. No fundo, falamos da mesma tecnologia utilizada no Classe S 500 e.

Com uma bateria carregada (que demora entre 4 a 6 horas), conseguimos fazer 36 km no modo elétrico nos primeiros 39 km que percorremos, num percurso escolhido a dedo pela Mercedes para beneficiar este modo, ou seja, sem subidas, algumas descidas e imensas retas a 80 km/h em piso plano.

Os novos Mercedes GLE podem ser equipados com um pacote opcional Off-Road (incluindo o 250d 4Matic), que engloba redutoras, proteções inferiores adicionais e bloqueio do diferencial central até 100 por cento.

fonte: Sapo Turbo / texto: António Amorim

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